Fotografia
Fotógrafo amador — amador no sentido original da palavra: quem ama. Clica no visor aí.
ver no instagram ↗
Brasília · 2026 · ariribeiro.dev
Programador de sempre, gestor público de agora, fotógrafo amador e crítico de quase tudo
role01 — a virada
Sempre fui programador. Sempre mesmo. Aí, esse ano, a vida resolveu fazer um refactor geral: larguei o desenvolvimento e assumi um cargo público em Brasília, na área de tecnologia — só que agora do lado da gestão.
Menos pull request, mais reunião. Menos “funciona na minha máquina”, mais “como isso funciona pra todo mundo?”. Tô gostando. E aprendendo um monte.
02 — o que me move
Fotógrafo amador — amador no sentido original da palavra: quem ama. Clica no visor aí.
ver no instagram ↗O bom e velho rock'n'roll. Volume alto, sem negociação.
Gosto de ir. De ver de perto. De voltar diferente.
Acompanho como quem acompanha campeonato — só que o placar é a vida das pessoas.
Curioso, não especialista. Tenho mais perguntas do que respostas — o que, convenhamos, já é meio filosófico.
Adolescente, li Capitães da Areia e fiquei fissurado em Jorge Amado. Nunca mais fui o mesmo leitor.
03 — pelas minhas lentes
Arrasta pro lado. Clica pra ver grande.
04 — curiosidades
Em Paris, passei boas horas ao lado do túmulo de Sartre e Simone de Beauvoir, no cemitério de Montparnasse, conversando com um amigo sobre existencialismo. Tem gente que vai a Paris pela Torre Eiffel. Respeito. Mas eu fui papear com os mortos.
“O homem está condenado a ser livre.” — Sartre, que estava ali do lado
Foi com Capitães da Areia. Pedro Bala e a turma do trapiche me apresentaram uma Salvador — e um Brasil — que livro de escola nenhum mostrava. Daí pra frente, devorei o que dava.
05 — o grito
Ver a Medusa de Caravaggio de perto foi um dos pontos altos da minha viagem à Europa. O grito pintado num escudo, a luz cortando o escuro feito faca. Caravaggio inventou o holofote antes da eletricidade.
← a luz é sua. passeia por aqui →
06 — um nó
Ao mesmo tempo em que me maravilhava com boa parte da cultura que me formou, sentia que estava admirando também o meu algoz. As duas coisas são verdade. Ainda tô aprendendo a carregar as duas na mesma mochila.
07 — política? vamos lá.
Sou crítico de tudo — inclusive da política, inclusive do meu próprio lado, inclusive de mim. Desconfio de unanimidade e de quem nunca muda de ideia.
Teste rápido: do que o Ari desconfia? (clica)
Durante a pandemia, perdi minha mãe e minha tia — que foi uma segunda mãe pra mim. Foi o período mais difícil da minha vida.
Não cabe muito aqui. Mas não dava pra contar quem eu sou sem dizer que elas estão em tudo.
08 — e aí?
Sobre tecnologia, gestão, foto, viagem, música, um livro, o mundo pegando fogo — ou tudo junto.