Retrato em preto e branco do Ari, de óculos, olhando para o alto, com o rosto iluminado de lado e o resto no escuro.

Brasília · 2026 · ariribeiro.dev

Oi, eu sou o Ari.

Programador de sempre, gestor público de agora, fotógrafo amador e crítico de quase tudo

role

01 — a virada

2026: o ano em que eu dei commit e fui embora.

Sempre fui programador. Sempre mesmo. Aí, esse ano, a vida resolveu fazer um refactor geral: larguei o desenvolvimento e assumi um cargo público em Brasília, na área de tecnologia — só que agora do lado da gestão.

Menos pull request, mais reunião. Menos “funciona na minha máquina”, mais “como isso funciona pra todo mundo?”. Tô gostando. E aprendendo um monte.

ari@brasilia: ~

02 — o que me move

Coisas que me tiram da cadeira (e algumas que me prendem nela).

ISO 400 · 1/125 · f/2.8

Fotografia

Fotógrafo amador — amador no sentido original da palavra: quem ama. Clica no visor aí.

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ARI

Música

O bom e velho rock'n'roll. Volume alto, sem negociação.

Viagens

Gosto de ir. De ver de perto. De voltar diferente.

PARISmontparnasse EUROPAcaravaggio ✓ SALVADORvia livro BRASÍLIA2026

Geopolítica

Acompanho como quem acompanha campeonato — só que o placar é a vida das pessoas.

Filosofia

Curioso, não especialista. Tenho mais perguntas do que respostas — o que, convenhamos, já é meio filosófico.

Literatura

Adolescente, li Capitães da Areia e fiquei fissurado em Jorge Amado. Nunca mais fui o mesmo leitor.

03 — pelas minhas lentes

O que eu vejo quando paro pra olhar.

Arrasta pro lado. Clica pra ver grande.

04 — curiosidades

Coisas curiosas que já fiz (ou que me fizeram).

  1. 01

    Algumas horas com Sartre e Simone.

    Em Paris, passei boas horas ao lado do túmulo de Sartre e Simone de Beauvoir, no cemitério de Montparnasse, conversando com um amigo sobre existencialismo. Tem gente que vai a Paris pela Torre Eiffel. Respeito. Mas eu fui papear com os mortos.

    “O homem está condenado a ser livre.” — Sartre, que estava ali do lado
  2. 02

    Fissurado em Jorge Amado.

    Foi com Capitães da Areia. Pedro Bala e a turma do trapiche me apresentaram uma Salvador — e um Brasil — que livro de escola nenhum mostrava. Daí pra frente, devorei o que dava.

05 — o grito

Encarei a Medusa.
E sobrevivi.

Ver a Medusa de Caravaggio de perto foi um dos pontos altos da minha viagem à Europa. O grito pintado num escudo, a luz cortando o escuro feito faca. Caravaggio inventou o holofote antes da eletricidade.

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06 — um nó

Na Europa, descobri um conflito em mim.

Ao mesmo tempo em que me maravilhava com boa parte da cultura que me formou, sentia que estava admirando também o meu algoz. As duas coisas são verdade. Ainda tô aprendendo a carregar as duas na mesma mochila.

07 — política? vamos lá.

De esquerda, mas não fanático.

Sou crítico de tudo — inclusive da política, inclusive do meu próprio lado, inclusive de mim. Desconfio de unanimidade e de quem nunca muda de ideia.

Teste rápido: do que o Ari desconfia? (clica)

Durante a pandemia, perdi minha mãe e minha tia — que foi uma segunda mãe pra mim. Foi o período mais difícil da minha vida.

Não cabe muito aqui. Mas não dava pra contar quem eu sou sem dizer que elas estão em tudo.

08 — e aí?

Bora conversar?

Sobre tecnologia, gestão, foto, viagem, música, um livro, o mundo pegando fogo — ou tudo junto.